martes, 24 de noviembre de 2020

Mulheres da Areia: Palco Virtual - São Paulo

Itaú Cultural. Reserve o seu ingresso para o espetáculo on-line e gratuito Mulheres da Areia, que conta a história dos assassinatos de mais de mil mulheres em Cidade Juarez, no México, em cartaz no dia 24 de novembro, às 20h, no Palco Virtual. Após a apresentação, o autor da obra, Humberto Robles, conversa com o público. Saiba mais e participe: https://bit.ly/2IqV9I3

Considerado o texto com maior número de montagens do dramaturgo Humberto Robles, o espetáculo Mulheres de Areia conta a história de assassinatos de mais de mil mulheres na cidade mexicana de Juárez. Duas atrizes apresentam depoimentos extraídos de entrevistas com mães, irmãs e amigas das vítimas. Já a voz de um ator representa os homens que se juntam à causa.

Ao final, o autor, a diretora e os atores conversam com a plateia.

A atividade integra a programação do Palco Virtual e acontece na plataforma de vídeo Zoom. Os ingressos podem ser reservados por meio da Sympla, a partir de 11 de novembro, às 12h.

Ficha técnica
Texto: Humberto Robles
Tradução e direção: Christiane Tricerri
Elenco: Christiane Tricerri, Rubens Caribé e Débora Santos
Participação especial: Lena Roque
Direção musical: Rafael Bresciani

Mulheres de Areia [com interpretação em Libras]
terça 24 de novembro de 2020
às 20h

[duração aproximada: 90 minutos]
Palco Virtual – 270 ingressos

[classificação indicativa: 16 anos]

Atividade gratuita

Reserve seu ingresso [a partir do dia 11 de novembro, às 12h, até 30 minutos antes do início de cada evento (ou até esgotar)]

Christiane Tricerri faz primeira leitura de "Mulheres de Areia" - São Paulo

 


Mulheres da Areia no Itau Cultural

Leitura inédita do texto documental  "Mulheres da Areia" no Itau Cultural encerrando a programação do Palco Virtual. Os corpos das mulheres de Juárez, a cidade que mais mata mulheres, são jogados no deserto, fronteira do México com Estados Unidos. Passam de mil os casos de feminicídio em Cidade Juárez.  "Quantas mortas são muitas" para as autoridades tomarem alguma providência?  O autor não cobra por essa obra e todo seu cachê é revertido para ONGs que cuidam de causas contra o feminicídio. O cachê dessa leitura foi doado para a ONG brasileira Apolônias do Bem que cuida da boca de mulheres que sofreram violência, reconstituindo seus dentes.