Mujeres de Arena en el Kvinnefestivalen (Festival de Mujeres) en la ciudad de Bergen, Noruega.
El 15 de marzo, producción de Actors for Human Rights Nordic e Immaturus
Femicide
fɛmɪsʌɪd/
noun
the killing of a woman or girl, in particular by a man and on account of her gender.
Hundreds of women disappear in Ciudad Juárez every year. Kidnapped, tortured and brutally murdered, their bodies left in the desert to rot, others are never found. What is happening in this Mexican city?
Women of Sand / Mujeres de Arena is a documentary theatre piece based on testimonies of women in Ciudad Juárez.
Scripted by Humberto Robles
Directed by Alexandra Koren
Produced by Immaturus & Actors For Human Rights Nordic
Women of Sand spilles i Storelogen på Det Akademiske Kvarter torsdag 15. mars klokken 19.
Inngang: Gratis
Páginas
- Página principal
- Prólogo
- TEXTO en Español
- Donne di Sabbia
- Woman of Sand
- Femmes de Sable
- Frauen aus Sand
- Una orquestación de voces
- Donne di Sabbia (Italia)
- Maru-Jasp (España)
- Mar de Arena
- Tesis: Dal Messico al mondo, il femminicidio a teatro
- Humberto Robles
- Nuestras Hijas de Regreso a Casa
- Comité Cerezo
- Pável González
jueves, 15 de marzo de 2018
domingo, 11 de marzo de 2018
Festival de Teatro Larroque 2018
YA TENEMOS LAS OBRAS SELECCIONADAS...
Feliz de poder compartirlo con ustedes.
¡SE VIENE UNA GRAN FIESTA DEL TEATRO INDEPENDIENTE!
viernes, 9 de marzo de 2018
jueves, 8 de marzo de 2018
Teatro Umbral - Arequipa
Regresamos por el Día Internacional de la Mujer al Teatro Umbral con nuestra obra de teatro documental: «Mujeres de Arena», testimonios de mujeres en Ciudad Juárez. Una obra que denuncia y pone en evidencia los asesinatos que viven hasta el día de hoy muchas mujeres. Ccalapata teatro
Reserva entradas al 📞 942 773 834.
Reserva entradas al 📞 942 773 834.
Patio de Casa de la Cultura Diego Rivera - León
“Infractor” Grupo de Teatro,
Dir. Mtro. Jesús Manuel Martínez
*Representación de testimonios de mujeres cuyas vidas se desarrollan en Ciudad Juárez, Chihuahua, y han sido víctimas de ésta onda de violencia que no es ajena a la realidad de nadie.
Jueves 8 de marzo, 20:00 horas,
Patio de Casa de la Cultura Diego Rivera,
Entrada libre.
Dir. Mtro. Jesús Manuel Martínez
*Representación de testimonios de mujeres cuyas vidas se desarrollan en Ciudad Juárez, Chihuahua, y han sido víctimas de ésta onda de violencia que no es ajena a la realidad de nadie.
Jueves 8 de marzo, 20:00 horas,
Patio de Casa de la Cultura Diego Rivera,
Entrada libre.
Tres obras integrarán programa Jueves Teatral
Las actrices de la Compañía de Teatro de la Secretaría de Cultura, presentarán hoy dentro del programa Jueves Teatral que promueve la Secult, las puestas en escena “La ciudad sitiada”, “La violación” y “Mujeres de Arena”, bajo la dirección del maestro Juan Arce Saavedra, donde expondrán diversos temas de dominio público, teniendo como sede la Sala Teatro “Manuel Ávila Cano” del Centro Cultural “El Claustro”.
El monólogo “Mujeres de arena” es una obra que hace un homenaje a todas las féminas que son testigos impotentes en estas situaciones, por las cuales están obligadas a luchar para defender su dignidad.
En esta se dan los testimonios de cuatro mujeres: una madre, una hija, una prima y una joven asesinada, víctimas del feminicidio que se viene perpetrando en Ciudad Juárez desde 1993, intercalados con diversos poemas de varios autores.
Un actor participa dando cifras y datos sobre esta guerra de baja intensidad contra las mujeres y la nula acción del Gobierno Mexicano para frenar, erradicar y prevenir estos crímenes.
Esta obra ha sido montada por más de 165 grupos en varias ciudades de México, Alemania, Argentina, Australia, Bolivia, Brasil, Canadá, Colombia, Costa Rica, Chile, Cuba, España, Guatemala, Inglaterra, Italia, Perú, República Dominicana, Uruguay y Estados Unidos.
Por su parte, la obra “La violación”, de Darío Fo, describe una situación de angustia que se vuelve tema para manifestar las injusticias por las que a traviesa el género femenino.
En tanto que “La ciudad sitiada” habla del dolor humano y eso es algo universal, en este caso el dolor de aquellos que se han visto y se ven inmersos en el horror y el absurdo de la guerra.
miércoles, 7 de marzo de 2018
La Gata Café Foro - Puerto Vallarta
El próximo Miércoles de teatro en atril presentaremos la lectura dramatizada "Mujeres de Arena" de Humberto Robles un texto de #teatro documental que aborda el tema de los feminicidios en Ciudad Juárez.
La Gata - café foro 8:30pm Entrada libre.
La Gata - café foro 8:30pm Entrada libre.
martes, 6 de marzo de 2018
sábado, 3 de marzo de 2018
Mostra celebra o Dia da Mulher no Teatro Maria Clara Machado - Río de Janeiro
Espetáculos produzidos por mulheres integram a programação
Por Renata Magalhães
(Dada Ferreira/Divulgação)
Inspirada pelo Dia Internacional da Mulher, na quinta (8), uma mostra em tributo ao poder feminino ocupa o Teatro Maria Clara Machado. Na programação de Mulheres em Cena serão apresentados até 1º de abril espetáculos produzidos, idealizados e encenados por artistas de destaque na cena teatral. Na abertura, quarta (7), e na quinta (8), às 21h, haverá sessão de Mujeres de Arena, monólogo com Rosite Val (foto), escrito por Humberto Robles, baseado em testemunhos de mulheres de Ciudad Juárez, no México. Em seguida, Ester Jablonski apresenta o solo Silêncios Claros, sexta (9) e sábado (10), às 21h, e domingo (11), às 20h. Ana Aschcar e Márcia do Valle são outras participantes do projeto. Avenida Padre Leonel Franca, 240, Gávea, ☎ 2274-7722. R$ 40,00. Até 1º de abril.
viernes, 2 de marzo de 2018
Audition: Women of Sand / Mujeres de Arena - Bergen
Organizado por Studentteateret Immaturus y Det Akademiske Kvarter
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femicide
fɛmɪsʌɪd/
1) noun
the killing of a woman or girl, in particular by a man and on account of her gender.
Hundreds of women disappear in Ciudad Juárez every year. Kidnapped, tortured and brutally murdered, their bodies left in the desert to rot, others are never found. What is happening in this Mexican city?
Women of Sand / Mujeres de Arena is a documentary theatre piece based on testimonies of women in Ciudad Juárez.
martes, 27 de febrero de 2018
Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, Teatro Municipal Maria Clara Machado oferece programação especial durante todo o mês de março - Río de Janeiro
Para celebrar o Dia internacional da Mulher, o Teatro Municipal Maria Clara Machado criou uma programação especial para todo o mês de março. Com produções realizadas e interpretadas por mulheres de destaque na cena teatral, a Mostra Mulheres em Cena é composta por oito espetáculos, uma oficina de yoga e um debate. Estarão em cena temas como feminicídio, violência contra a mulher, política, amor, artes, literatura e cultura popular, em montagens de criação coletiva ou inspiradas em autores como Clarice Lispector, Viviane Mosé, Mário Quintana e Eduardo Galeano.
Na abertura da mostra, dia 7 de março, o teatro recebe a estreia nacional da peça ‘Mujeres de Arena’. O texto mexicano, que já foi apresentado em três continentes, relata casos de feminicídio e desaparecimento de mulheres, com números atualizados e imagens de vítimas. “Já começamos com um tiro no peito, porque as pessoas fingem que isso não existe”, afirma a diretora e atriz Rosite Val.
No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, às 16h, será realizada a mesa redonda Mulheres e Violência, com participação da secretária municipal de Cultura, Nilcemar Nogueira, da subsecretária Rachel Valença, da cineasta Eunice Gutman e da autora de teatro, roteirista e atriz Renata Di Carmo.
De 9 a 11 de março, é a vez de Ester Jablonski encenar a aplaudida ‘Silêncios Claros’, montagem com textos de quatro contos de Clarice Lispector. O encerramento da mostra acontece com o monólogo musical “O cheiro da feijoada”, nos dias 30 e 31 de março. A atriz Iléa Ferraz interpreta uma lavadeira, preta velha centenária, que conta a história do tradicional prato, ao som de sambas, xotes e funks.
Os espetáculos que compõem a mostra são: ‘Mujeres de Arena’, ‘Silêncios Claros’, ‘4 – Peça de Câmara para 1 atriz e 4 personagens’, ‘Uma ciranda para mulheres rebeldes’, ‘Um ato’, ‘Eu é nós’, ‘Cheiro de manga’, ‘O cheiro da feijoada’. O preço do ingresso para cada peça e para e oficina é R$ 40 (meia entrada a R$ 20). O debate do dia 8 é gratuito. (A agenda completa pode ser conferida após o texto).
Criadora do “Cheiro de manga”, Laura de Castro ressalta a importância do destaque à causa feminina: “A gente se sente confiante fazendo parte desta rede, unidas umas às outras”, afirma ela, apontando uma brecha na atuação profissional de mulheres no teatro. “Ainda há poucas mulheres atuando na técnica”.
Diretor artístico do Teatro Municipal Maria Clara Machado e curador da Mostra Mulheres em Cena, Antonio Gilberto ressalta a importância desta programação. “No momento em que nós estamos com tantas questões relacionadas às mulheres em pauta, acho fundamental que se comemore esse Dia Internacional da Mulher fazendo arte, com muita reflexão e atitude”, comenta.
Confira a programação completa da mostra MULHERES EM CENA:
- MUJERES DE ARENA
7 e 8 de março, às 21h
É um grito de denúncia contra os feminicídios e os desaparecimentos de mulheres que ocorrem no Brasil e na América do Sul.
Texto: Antonio Cerezo Contreras, Marisela Ortiz, Denise Dresser, Malú Garcia Andrade, María Hope Eugenia Muñoz, Servando Pineda Jaimes e Juan Ríos Cantú.
Dramaturgia: Humberto Robles
Figurino: Carol Bianque
Direção e atuação: Rosite Val.
domingo, 25 de febrero de 2018
Grupo Cordillera Teatral: Casa de la Cultura - Villa La Angostura
Domingo 25, A las 22 hs en Casa de la Cultura.
Antes de su presentación en la Fiesta Provincial de Teatro.
Antes de su presentación en la Fiesta Provincial de Teatro.
miércoles, 14 de febrero de 2018
Donne di Sabbia - Ressegna Corpi Celesti - Torino
14 de febrero
Donne di sabbia torna a Torino il 14 di febbraio alle 21, presso Spazio 4, via Saccarelli 18, All’interno della rassegna “Corpi Celesti”.
Donne di sabbia torna a Torino il 14 di febbraio alle 21, presso Spazio 4, via Saccarelli 18, All’interno della rassegna “Corpi Celesti”.
Il ritorno di Donne di sabbia
Mercoledì 14 Febbraio vi aspettiamo con uno spettacolo che tocca un tema attuale e importante.
Nato per denunciare il femminicidio che si consuma impunemente a Ciudad Juárez (Messico) dal 1993, lo spettacolo “Donne di sabbia – Mujeres de arena” è opera del drammaturgo messicano Humberto Robles che ha raccolto
le testimonianze dirette delle vittime attraverso i loro diari o dai racconti dei loro familiari.
le testimonianze dirette delle vittime attraverso i loro diari o dai racconti dei loro familiari.
Il rapimento, la violenza, l’assassinio e l’occultamento dei cadaveri delle giovani donne avvengono in un contesto criminale gestito dal narcotraffico nello stato di Chihuahua e in particolare a Ciudad Juárez, senza che siano fatte indagini serie. Alla fine risulta un solo colpevole: l’impunità. Ed una certezza: le donne sono uccise perché sono donne.
In Italia, lo spettacolo teatrale “Donne di sabbia” è portato in scena dal gruppo omonimo Donne di sabbia - Torino con il patrocinio di Amnesty International - Italia
Come sempre ore 21.00 Più SpazioQuattro, via Saccarelli 18
Ingresso 5 €
Ingresso 5 €
CORPI CELESTI - rassegna 2017/2018 di musica, cinema, teatro.
Sei storie di donne e di uomini che manifestano la propria natura, la propria verità, in solitudine ed in relazione agli altri, immersi nello spazio vuoto che li circonda.
Uno spazio generatore ed inclusivo di vite reali, linguaggi artistici e drammaturgie contemporanee, dove le distanze sono azzerate e diventa tangibile ciò che è quasi invisibile ad occhio nudo.
Ciò che appare lontano ci è estremante vicino, socialmente ed umanamente.
Nella continua tensione tra microcosmo ed universale, ci spingiamo fuori dai grandi sistemi conosciuti ed incontriamo il mondo per quello che è.
Sciogliendo l'essere umano dai filamenti luminosi di un'indistinta voltaceleste, lo riportiamo ad un'entità fisica assoluta e struggente al tempo stesso, l'essere come "corpi celesti" nella verità delle sue relazioni.
Direzione artistica a cura di Alessandra dell'Atti e Francesco Gabrielli
Tutti gli spettacoli si terranno a Più SpazioQuattro, via Gaspare Saccarelli 18
h 21.00 - ingresso 5 euro
A seguire Tribuna Artistica - quattro chiacchiere con gli attori a l#barchenoncè
lunes, 12 de febrero de 2018
domingo, 11 de febrero de 2018
Sala Guajardo de Relaciones Culturales IMRC - Monterrey
FUNCIONES 2, 3, 4, 9, 10, y 11 de Febrero del 2018
Viernes y Sábados 8:30 pm
Domingo: 6:00 pm
Viernes y Sábados 8:30 pm
Domingo: 6:00 pm
LUGAR:
Sala Guajardo de Relaciones Culturales / Centro
Hidalgo 769pte. esquina Porfirio Diaz, casi enfrente de la Iglesia La Purisima, Monterrey Centro
Sala Guajardo de Relaciones Culturales / Centro
Hidalgo 769pte. esquina Porfirio Diaz, casi enfrente de la Iglesia La Purisima, Monterrey Centro
COMPREN ya sus boletos BUTACA NUMERADA.
BOLETO $100
PREVENTA EN TAQUILLA $ 150
online en www.boletopolis.com
Dir. Víctor Martínez
viernes, 9 de febrero de 2018
Ciclo Emergente de Lecturas Dramatizadas - Monterrey
Viernes 20:00 horas ENTRADA LIBRE
MUJERES DE ARENA de Humberto Robles
Lectura Dramatizada
Con
Ahide Aguirre Anahí Villarreal Linda Gzz Arlette Salas Abraham Franco Aarón Efraín
MUJERES DE ARENA de Humberto Robles
Lectura Dramatizada
Con
Ahide Aguirre Anahí Villarreal Linda Gzz Arlette Salas Abraham Franco Aarón Efraín
miércoles, 7 de febrero de 2018
Miércoles de Teatro en Atril - Puerto Vallarta
Miércoles de Teatro en Atril.
Este miércoles 7 de febrero te invitamos a presenciar "Mujeres de Arena" Testimonios de mujeres en Ciudad Juárez, una obra de teatro documental del dramaturgo Humberto Robles que recoge fragmentos de textos de Antonio Cerezo Contreras, Denise Dresser, Malú García Andrade, María Hope, Eugenia Muñoz, Marisela Ortiz, Servando Pineda y Juan Ríos Cantú.
Participan: Esteban Toan Ana Karenina Muñoz Luis Espinosa Ariana Nuñez Yoalli Guerrero Ortiz Yubee RobLes dirige CoralAlé Arroyo y música en vivo de Alejandro Muraira
Entrada libre.
viernes, 2 de febrero de 2018
Lanzan mujeres un grito en contra de la violencia - Monterrey
Daniel Santiago
Monterrey, México (01 febrero 2018).- "Mujeres de Arena" se presentó en el 2015 como un proyecto académico de estudiantes de la Facultad de Artes Escénicas de la UANL.La puesta sobre las muertas de Juárez, la violencia sexual y las desapariciones, también estuvo un año después en la Sala Experimental del Teatro de la Ciudad, en el Encuentro Estatal de Teatro Nuevo León.
Las agresiones contra las mujeres persisten, por lo que Jessica Sánchez, una de las integrantes del elenco, promueve que la voz de esta obra se siga escuchando en más espacios.
"Ahorita toda la sociedad lo ve como cualquier cosa (la violencia contra ellas)", expresa Jessica, "en el camión te pueden agarrar o decir algo y nadie dice nada, nadie reacciona, lo ven tan común. Tienen que ver esta obra para que mínimo se quede ese mensaje y lo difundan".
Mañana, "Mujeres de Arena" será la encargada de abrir la serie de obras de teatro que la Sala Guajardo del Instituto de Relaciones Culturales tiene para el 2018. Jessica invita a asistir al teatro regio, independientemente de la historia que se presenta.
"El teatro es una forma de representar momentos de la vida de los que a veces no nos damos cuenta por andar a las carreras", comenta. "La cosa más mínima se puede escenificar y decir ¡guau!, esto existe".
Escrita por Humberto Robles y dirigida por Víctor Martínez, la obra se presentará mañana, sábado y domingo, así como los mismos días del siguiente fin de semana. Se recomienda para adolescentes y adultos. La entrada es de 100 pesos en www.boletopolis.com
Asiste
Mujeres de Arena
Sala Guajardo de Instituto de Relaciones Culturales
Hidalgo y Porfirio Díaz
Mañana y el sábado, 20:30 horas; domingo, 18:00 horas
Entrada: $150, general; $100 en preventa en boletopolis.com
sábado, 20 de enero de 2018
Encuentro Memoria y Escena 2018 - Santiago de Chile
En el Encuentro Memoria y Escena 2018, realizamos la lectura dramatizada de la obra “Mujeres de Arena”, basada en testimonios de los femicidios de Ciudad Juárez, en México.
Encuento Memoria y Escena, Ciclo de Teatro
Fecha: 10 al 28 de enero
Horario: Jueves a Domingo 20 hrs. (Miércoles 10, Inauguración 20 hrs. Conversatorio)
Adhesión Voluntaria
Ante la posibilidad de utilizar el Estadio Nacional como espacio de memoria -en la ejecución de un proyecto en el que se configure la escena a partir de la historia, esencia y experiencia del mismo-, se propone la creación y ejecución de un encuentro de memoria escénica a desarrollarse durante el mes de enero de 2018.
En el encuentro se contempla la realización de tres actividades base: ciclo escénico con 3 compañías invitadas, taller de creación escénica en torno a memoria y conversatorios durante el encuentro.
Viernes 19
Mujeres de Arena (Lectura dramatizada)
Anjélica Espinoza, Natalia García, Catalina Guzmán, Maria Victoria Ponce, Diego León
Encuento Memoria y Escena, Ciclo de Teatro
Fecha: 10 al 28 de enero
Horario: Jueves a Domingo 20 hrs. (Miércoles 10, Inauguración 20 hrs. Conversatorio)
Adhesión Voluntaria
Ante la posibilidad de utilizar el Estadio Nacional como espacio de memoria -en la ejecución de un proyecto en el que se configure la escena a partir de la historia, esencia y experiencia del mismo-, se propone la creación y ejecución de un encuentro de memoria escénica a desarrollarse durante el mes de enero de 2018.
En el encuentro se contempla la realización de tres actividades base: ciclo escénico con 3 compañías invitadas, taller de creación escénica en torno a memoria y conversatorios durante el encuentro.
Viernes 19
Mujeres de Arena (Lectura dramatizada)
Anjélica Espinoza, Natalia García, Catalina Guzmán, Maria Victoria Ponce, Diego León
martes, 9 de enero de 2018
País Cultural: Teatro Útil y Derechos Humanos
Humberto Robles
TEATRO ÚTIL Y DERECHOS HUMANOS
Un pueblo que no ayuda y no fomenta su teatro, si no está muerto, está moribundo; como el teatro que no recoge el latido social, el latido histórico, el drama de sus gentes y el color genuino de su paisaje y de su espíritu, con risa o con lágrimas, no tiene derecho a llamarse teatro, sino sala de juego o sitio para hacer esa horrible cosa que se llama “matar el tiempo”.
Federico García Lorca
El teatro siempre ha llevado a la escena temas políticos y sociales, desde Lisístrata hasta Incendios, desde Eurípides hasta David Mamet. En cualquiera de sus géneros e independientemente de la historia que nos narre, el escenario ha sido un espacio propicio para el debate, la crítica y la denuncia ya que el teatro es intrínsecamente un acto político, incluso aquel que pretende no serlo como muchas obras-chatarra, musicales u obras posdramáticas; la ausencia de discurso es su postura.
Rodolfo Usigli, Rodolfo Walsh, Vicente Leñero y Alfonso Sastre, entre muchos otros, fueron más allá de la simple búsqueda estética al considerar al teatro como una verdadera trinchera de lucha y resistencia. Bertolt Brecht opinaba que “el arte no es un espejo para reflejar la realidad, sino un martillo para darle forma”, por su parte Darío Fo declaró que "La sátira es el arma más eficaz contra el poder: el poder no soporta el humor, ni siquiera los gobernantes que se llaman democráticos, porque la risa libera al hombre de sus miedos".
En la segunda mitad del siglo XX, Latinoamérica celebró el triunfo de la revolución cubana y padeció golpes de Estado y brutales dictaduras impuestas. Fue así como muchos hacedores y compañías teatrales se comprometieron con la lucha social y la llevaron a la palestra. Ejemplo de ello son el Teatro del Oprimido de Augusto Boal, el Teatro El Galpón de Uruguay, el movimiento argentino Teatro por la Identidad, la Creación Colectiva desarrollada por el colombiano Enrique Buenaventura, las obras del chileno Juan Radrigán (“el dramaturgo de los marginados”) y el Grupo de Teatro Escambray, ya en la Cuba revolucionaria, entre muchos más.
Mientras tanto, en México y tras el caudillismo revolucionario, el país no sufrió regímenes militares, sin embargo sí vivó lo que Vargas Llosa calificaría como “la dictadura perfecta”, 70 años ininterrumpidos de gobiernos priístas (después de la alternancia, el PRI volvió al poder en 2012). En años recientes la nación ha ido sufriendo una crisis humanitaria sin precedentes en su historia, la cual va en alarmante ascenso. Esta no tiene parangón alguno en la región. Después de Siria, México es el país más peligroso del mundo. Ocupa el segundo lugar en crímenes por homofobia, siete mujeres en promedio son asesinadas al día; en 17 años suman 110 los periodistas asesinados; desde el inicio de la fallida guerra contra el narcotráfico van más de 120 mil personas asesinadas; ascienden a más de 30 mil los desaparecidos; la tortura, las ejecuciones extrajudiciales y las desapariciones forzadas son habituales a lo largo y ancho de un país que vive una supuesta democracia. Los derechos humanos no se respeta en lo más mínimo.
Preocupados y comprometidos con su presente, distintos dramaturgos han escrito sobre problemáticas sociales, que van desde la masacre de Tlatelolco de 1968 hasta el fenómeno del narcotráfico. Entre los más destacados se encuentran Rodolfo Usigli, Vicente Leñero, Víctor Hugo Rascón Banda, Gabriela Ynclán, Sabina Berman, Estela Leñero, David Holguín, Antonio Zúñiga, Edgar Álvarez Estrada y Javier Bustillo Zamorano, entre otros.
Por mi parte, el común denominador de mis obras es la crítica social, ya sea en textos para cabaret, comedias o testimoniales. Sobre estas últimas he escrito varias de teatro-documental que han surgido a partir de mi colaboración con organismos de derechos humanos no gubernamentales. Lo más destacado de estas obras, a diferencia de otras que quizás hayan abordado los mismos temas, es que cuentan con testimonios reales que fui recabando o que me fueron proporcionados por organizaciones sociales defensoras de derechos humanos.
Inspirado por Bertolt Brecht, adopté el término “Teatro Útil”, acuñado por él para definir este tipo de propuestas. Brecht hizo un llamado a los hacedores teatrales a fin de escribir y montar obras conforme a las necesidades sociales del momento; incluso advirtió que su existencia podría ser efímera, sin embargo lo vital –para él– era usar el escenario con el propósito de mostrar lo que estaba sucediendo en el presente inmediato.
Fue así como nacieron Mujeres de Arena, la obra sobre el feminicidio sexual sistémico en Ciudad Juárez y una de las obras contemporáneas más representadas en el mundo, la cual está dedicada al joven estudiante y activista Pável González asesinado en la Ciudad de México. La misma integra textos de Antonio Cerezo Contreras, Denise Dresser, Malú García Andrade, María Hope, Eugenia Muñoz, Marisela Ortiz, Servando Pineda y Juan Ríos Cantú. Este año cumple tres lustros de haber sido escrita y estrenada, y desde entonces a la fecha más de 160 grupos la han escenificado en 16 países de tres continentes. Está traducida a cuatro idiomas, se han realizado cuatro versiones radiofónicas y varios montajes cuentan con el apoyo de Amnistía Internacional.
Las Flores de Atenco surgió a partir de un espectáculo multidisciplinario que se llamó “Mujeres sin miedo: Todas somos Atenco”. Esta obra cuenta con los testimonios de las mujeres torturadas y violadas por elementos policiacos durante la represión de San Salvador Atenco en 2006, operativo ordenado por el entonces gobernador del Estado de México Enrique Peña Nieto. Los testimonios me fueron proporcionados por el subcomandante Marcos quien nos solicitó a algunos creadores realizar el espectáculo original.
Nosotros somos los culpables es una versión dramatizada del libro homónimo escrito por el periodista Diego Enrique Osorno sobre la tragedia de la Guardería ABC de Hermosillo, Sonora, donde 49 bebés murieron calcinados debido a la negligencia y corrupción de los dueños de la estancia infantil y de las autoridades correspondientes.
Sueños interrumpidos aborda el caso de los hermanos Cerezo, quienes fueron torturados y encarcelados por el estado mexicano acusados injustamente de “terrorismo”, entre otros cargos. Un texto que realicé a partir de la convocatoria “Hay que contagiar la rabia” se convirtió en una versión dramatizada que se titula Intervención por Ayotzinapa.
Todas las obras mencionadas están registradas bajo la licencia Copyleft, esto significa que pueden ser montadas por cualquier persona siempre y cuando se respete íntegramente el texto original, no sea con ánimo de lucro y que no se usen para fines de ningún partido político. Los textos pueden descargarse libremente por internet y también se encuentran en la antología de Teatro Documental publicada por la “Editorial Casa Círculo Cultural”.
Las ganancias correspondientes por derechos de autor, de cada puesta en escena y de los libros editados, se destinan en su totalidad a las organizaciones que apoyan las obras y que me proporcionaron los testimonios, tales como “Nuestras Hijas de Regreso a Casa” de Ciudad Juárez, el “Comité Cerezo”, el “Frente de Pueblos en Defensa de la Tierra” de Atenco y a los grupos que exigen justicia por el caso de la Guardería ABC. Pero más allá de lo económico, el verdadero propósito de las obras es el de convertirse herramientas de denuncia, ya que todos los casos permanecen en la impunidad.
Si bien no creo que el teatro pueda cambiar al mundo, me parece que sirve para llevar a la escena las problemáticas actuales; informar, denunciar, sensibilizar al público y servir de apoyo a organizaciones que luchan contra la indiferencia, negligencia y desdén de los gobernantes. Si el Estado apuesta por el olvido y la impunidad, que el teatro sea útil para la memoria y el reclamo de justicia. Más en estos tiempos de intolerancia, de un sistema económico que nos ha llevado a niveles altísimos de injusticia y desigualdad, de corrupción generalizada y de políticas neoliberales. Es pues indispensable que el teatro tome una postura del lado de los oprimidos y a favor de los más elementales derechos humanos.
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