sábado, 28 de septiembre de 2019

Río de Janeiro

Por elas. Para elas Porque continuam nos matando e é preciso denunciar.

Estamos voltando com o espetáculo teatral "MUJERES DE.ARENA.- um grito contra os feminicídios"
ALÔ SÃO GONÇALO! ALÔ DUQUE DE CAXIAS! ESTAMOS CHEGANDO! 

AGENDA
22/8 (quinta) | 18h | São Gonçalo
Câmara Municipal (função exclusiva para funcionários)
06/9 (sexta) | 19h | Duque de Caxias
Teatro Firjan SESI Caxias
28/9 (sábado) | 19h | São Gonçalo
Teatro Carequinha
Informações e reservas:: 21 99691 1824

ESPERAMOS VOCÊ!!! 👊💪🌹🎭
Apoios:
Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de São Gonçalo
Secretaria Municpal.de Educação de São Gonçalo
Subsecretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres de São Gonçalo
Movimento de Mulheres em São Gonçalo
@teatrofirjansesicaxias
Rádio
Roquette Pinto 94.1 FM
Restaurante @pollogiallopartage



* La obra de teatro recibió la declaración de interés por parte del Concejo Deliberante de Mar del Plata, Argentina 2019
* La obra de teatro recibió la declaración de interés público por parte del Concejo Municipal de Rosario, Argentina 2019

viernes, 27 de septiembre de 2019

Villa La Angostura

Se presentaron dos monólogos de la obra en el VIII Congreso Internacional “Prevención de la violencia de género, trata de personas y explotación en la infancia", organizado por #RattArgentina en Villa La Angostura.

Se trabajan Violencias hacia las mujeres e identidades feminizadas, Violencias hacia los niños , niñas y adolescentes y trata y explotación y trabajos territoriales.

jueves, 26 de septiembre de 2019

Peça teatral destaca a violência contra a mulher - São Gonçalo

No próximo sábado (28), às 19h, o Teatro Carequinha, em Neves, será palco do espetáculo “Mujeres de Arena - um grito contra os feminicídios”, uma adaptação da obra original “Mujeres de Arena”, do dramaturgo mexicano Humberto Robles, realizada por Rosite Val e Mirian Arce, fundadoras do RAVER Coletivo Teatral. A iniciativa conta com o apoio do Movimento de Mulheres e da Prefeitura Municipal de São Gonçalo, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura (SMTC), Fundação de Artes, Esporte e Lazer de São Gonçalo (FAESG) e da Subsecretaria de Políticas Públicas para a Mulher.

A adaptação é a primeira versão do texto como monólogo e a primeira montagem da obra no Brasil. O texto, escrito a partir de testemunhos de mulheres de Ciudad Juárez, Chihuahua - México, e de casos reais brasileiros, denuncia e acende um debate sobre o tema, que se apresenta em números estrondosos no nosso estado, no nosso país e em seis países sul americanos: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guyana, Suriname e Venezuela. Através da dramaturgia construída com as histórias das mulheres de Ciudad Juárez, contam-se também as histórias de todas as mulheres que sofrem violência.

No momento em que o nosso país passa por tantos retrocessos e censuras, em que pessoas desaparecem nos países e que todas as manifestações por direitos legítimos são brutalmente reprimidas, o espetáculo transforma-se num clamor por liberdade e justiça por todas as mulheres assassinadas e/ou desaparecidas.

Com dramaturgia do escritor mexicano Humberto Robles e atuação e direção de Rosite Val, atriz e diretora gonçalense, com 25 anos de trajetória artística, mestra em Arts de la Scène, na Universidade Paris 8, na França, e pesquisadora na renomada companhia francesa Théâtre du Soleil, “Mujeres de Arena – um grito contra os feminicídios” tem uma encenação perspicaz, como um ato manifesto, dando voz a quem nunca foi ouvida, às esquecidas, a fim de promover um ato de espelhamento e fomentar uma rede de conscientização e luta contra o machismo ainda imperante no século XXI.

O Teatro Carequinha funciona nas dependências da Escola Municipal Ernani Faria, situado na Rua Oliveira Botelho, s/nº, em Neves, São Gonçalo.

Sinopse

Mujeres de Arena – um grito contra os feminicídios denuncia a violência de gênero e os desaparecimentos de mulheres que ocorrem no Brasil, no México e na América do Sul. Como num ato manifesto, pretende-se denunciar e expor diversos abusos sofridos. “Mujeres de Arena” é um grito contra os feminicídios. Um grito por justiça e liberdade. Duração: 60 minutos. Classificação: 12 anos.

Histórico

O espetáculo fez sua primeira temporada entre 7 de março e 12 de abril de 2018, na cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Municipal Maria Clara Machado (Gávea), na abertura da mostra Mulheres em Cena. Em seguida, o espetáculo fez uma pequena circulação em mais três equipamentos municipais de cultura: Teatro Ziembinski (Tijuca), Teatro Gonzaguinha (Centro) e Centro Cultural Parque das Ruínas (Santa Teresa).

Em maio de 2019, o espetáculo fez sua primeira turnê internacional. As apresentações ocorreram nas cidades de Rosario e Pérez, em Santa Fe, na Argentina.

Ficha Técnica

Textos: Antonio Cerezo Contreras, Marisela Ortiz, Denise Dresser, Malú García Andrade, María Hope, Eugenia Muñoz, Servando Pineda Jaimes e Juan Ríos Cantú.

Dramaturgia: Humberto Robles.

Pesquisa, Tradução e Adaptação: Rosite Val e Mirian Arce.

Desenho de Luz e Cenografia: Adriana Milhomem.

Figurino: Carol Bianque.

Visagismo: Elaine Almeida.

Costura: Maria Bianque.

Cenotécnica: Marco Souza.

Fotos: Dadá Ferreira.

Design: Eduardo Passos.

Produção: Mirian Arce.

Idealização e Realização: RAVER Coletivo Teatral.
São Gonçalo, 25/09/2019
Fonte: Ascom / SMTC
Foto: Divulgação
Número de acesso(s) : 103

lunes, 16 de septiembre de 2019

lunes, 9 de septiembre de 2019

"Mujeres de Arena-um grito contra os feminicídios" - Brasil

MEXEU COM UMA, MEXEU COM TODAS! Contamos com vocx para a realização da nossa segunda temporada!




O projeto
Ganhamos o Edital de Ocupação dos Teatros do Estado/ FUNARJ para realizar a nossa segunda temporada, agora no Teatro Rogério Cardoso (Porão da Casa de Cultura Laura Alvim), em Ipanema, durante todo o mês de novembro. Mais uma vitória para as mulheres! Imaginem a alegria da nossa equipe. Porém, como nada nessa caminhada tem sido fácil, eis que surge mais um impasse: como vamos pagar os custos de se manter em cartaz, alugar equipamento de luz, refazer todo o material de divulgação e fazer a manutenção de cenário e figurino numa época de escassez de apoios de empresas e do governo? Foi aí que pensamos: vamxs fazer um financiamento coletivo porque somente com a participação de todxs poderemos seguir com o "Mujeres de Arena - um grito contra os feminicídios" e fortalecer essa rede de conscientização e combate à violência contra a mulher através da arte!
Hum, mas o que é esse projeto?
O monólogo “Mujeres de Arena - um grito contra os feminicídios" é uma adaptação da obra original “Mujeres de Arena”, do dramaturgo mexicano Humberto Robles, realizada pela artista fluminense Rosite Val e pela produtora argentina Mirian Arce, fundadoras do RAVER Coletivo Teatral.
O texto, escrito a partir de testemunhos de mulheres de Ciudad Juárez, Chihuahua/ México e de casos reais brasileiros, é um grito de denúncia contra os feminicídios e os desaparecimentos de mulheres em números estrondosos, que ocorrem no nosso país, no México e em seis países sul americanos: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guyana, Suriname e Venezuela.
A nossa adaptação é a primeira versão do texto como monólogo, inclui sempre um caso ocorrido na cidade ou no estado onde o espetáculo é apresentado - conferindo originalidade e um toque inédito a cada apresentação - e é a primeira montagem da obra no Brasil!
Como toda mulher que não foge da luta na hora de combater as opressões, estreamos em março de 2018 no Rio Janeiro, sem nenhum patrocínio ou aporte financeiro, na garra e na coragem, com o auxílio de amigos, e o resultado dessa luta foram 15 apresentações em teatros municipais abrangendo as zonas centro, norte e sul da cidade. Em novembro chegamos a zona oeste do Rio, através do IV Encontro Internacional de Teatro Comunitário realizado no Jardim Boiúna, em Jacarepaguá.
No começo de 2019 fomos para a Argentina apresentar o espetáculo nas cidades de Pérez e Rosario, onde a obra foi declarada de Interesse Municipal pelo Concejo de Rosario (Câmara Municipal) e, agora em setembro chegaremos a Baixada Fluminense, a Duque de Caxias, no Teatro Firjan SESI Caxias e a Região Metropolitana, a São Gonçalo, na Câmara Municipal, no Teatro Carequinha e na OAB São Gonçalo. Cabe destacar que essas localidades possuem os índices mais elevados de violência contra a mulher do Estado do Rio de Janeiro, denotando o nosso compromisso em, através da arte e cultura, conscientizar a sociedade da importância de denunciar.
Financiamento coletivo ... não entendi...
O financiamento coletivo (ou crowdfunding) é um novo modelo econômico que ganhou força nos últimos anos a partir de uma ferramenta online que ajuda artistas, produtores, designers, inventores e profissionais de muitos outros setores, a financiar os seus projetos de forma independente e baseado na participação do coletivo.
Ele funciona em cima de dois pilares principais: o APOIO e a RECOMPENSA. Você apoia o projeto com uma quantia prevista e recebe uma recompensa de acordo com esse valor. E tudo isso com o respaldo de uma ferramenta simples e segura, o Catarse, plataforma selecionada por nós para apoiar o projeto.
Legal! Eu quero ajudar! Como faço?
É só você escolher com qual valor você quer apoiar e escolher seu presente/recompensa! Teremos recompensas bem legais a partir de 30 reais. Você pode ter seu nome nos agradecimentos nas nossas redes, ganhar ingressos para a temporada, ganhar um jantar (com direito a acompanhante) pós-espetáculo, ter seu nome publicado no nosso programa e muito mais!
Lembre-se que a sua ajuda é fundamental para que a gente siga nossa luta - através da arte e da educação - no combate à violência contra a mulher!
Quem trabalha nesse projeto?
Os textos são de: Antonio Cerezo Contreras, Marisela Ortiz, Denise Dresser, Malú García Andrade, María Hope, Eugenia Muñoz, Servando Pineda Jaimes e Juan Ríos Cantú
Dramaturgia: Humberto Robles
Pesquisa, Tradução e Adaptação: Rosite Val e Mirian Arce
Direção e Atuação: Rosite Val
Desenho de Luz e Cenografia: Adriana Milhomem
Figurino: Carol Bianque
Fotos: Dadá Ferreira
Visagismo: Elaine Almeida
Design: Eduardo Passos
Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa | Duetto Comunicação
Produção: Mirian Arce
Idealização e Realização: RAVER Coletivo Teatral
Vai ser quando e onde, mesmo?
De 01 a 24 de novembro de 2019
Sexta e Sábados | 19 horas
Domingos | 18 horas
Local: Teatro Rogério Cardoso | Porão da Casa de Cultura Laura Alvim (Av. Vieira Souto, 176 - Ipanema | Rio de Janeiro)
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Capacidade: 53 lugares
Conheça a criadora do projeto
Me chamo Rosite Val, nasci em São Gonçalo, região metropoliptana do Rio. Sou atriz por essência e vocação e o meu desejo de tornar imagens em poesia concreta me fez enveredar pela direção, pela dramaturgia, pela tradução e pelo ensino da arte. Faço teatro desde os 5 anos de idade, aos 13 fundei, com amigos, uma companhia de teatro amador e aos 20 me profissionalizei, iniciando minha carreira de atriz no Rio de Janeiro.
Sou graduada em "Comunicação Social - Jornalismo", pós-graduada em "Cinema" e Mestranda em "Arts de la Scène" na UniversitéVincennes-Saint-Denis/ Paris 8, na França.
Atuei em mais de 20 espetáculos teatrais, em novelas e em seriados, e trabalhei com diversos diretores renomados, entre eles: Camilla Amado, Moacyr Góes, Moacir Chaves, Amora Mautner, Maria de Médicis, Maurício Farias e Edson Erdmann, no Brasil; com as diretoras uruguaias Gabriela Iribarren e Marisa Bentancur e com a diretora francesa Ariane Mnouchkine.
Dirigi os espetáculos "Hamlet", de William Shakespeare, no Studio Escola de Atores, no Rio de Janeiro e "Memórias de Uma Velha Libertina", de Janaína Lima, no Studio Stravaganzza, em Porto Alegre.
Morei 03 anos em Paris (de 2013 a 2016) e trabalhei como estagiária/atriz-pesquisadora na renomada companhia teatral Théâtredu Soleil. Lá tive a alegria, a honra e a responsabilidade de participar do processo de criação e da temporada do espetáculo "Macbeth", em 2013-2014, e do processo de criação do espetáculo "Une Chambre en Inde", em 2015-2016, sob a direção de Ariane Mnouchkine. Também trabalhei como atriz, no espetáculo "Lumière Noire", com texto e direção de Alexandra Lazarescou, apresentado na Université Paris XIII, em maio de 2016.
Ainda em 2016, já no Rio de Janeiro, fui convidada para dois projetos teatrais: "Imagens de Um C(ego)" no qual trabalhei com diretora assistente e "Feliz Ano Novo, de Novo - Teatro dos Sentidos", no qual trabalhei como atriz.
Em 2017 trabalhei como assistente de direção no espetáculo "Apareceu a Margarida", de Roberto Athayde, sob a direção de Bruno Garcia na Caixa Cultural São Paulo e no Teatro Jaraguá/SP.
Desde 2018 sou atriz e diretora do espetáculo "Mujeres de Arena – um grito contra os feminicídios", do dramaturgo mexicano Humberto Robles, traduzido e adaptado por mim e Mirian Arce. E esse projeto de forte engajamento social, educacional e cultural me tira o ar, faz meus olhos marejarem e minh'alma voar livremente ao sentir que estou exercendo meu papel de artista-cidadã ao receber do público relatos como: "Eu agora entendo que minha sobrinha sofre violência. Agora eu posso ajudá-la. Obrigada." É por isso que eu desejo tanto levar o "Mujeres" a todos os lugares.
Ah, quer saber mais sobre todxs nós ? É só nos seguir nas redes:
Instagram: @mujeresdearenarj
Muito prazer em ter vocx na nossa página no Catarse! Conto com vocx para poder levar o nosso "Mujeres de Arena - um grito contra os feminicídios" adiante!
A gente conta com a sua ajuda para a realização, a valorização e a divulgação deste projeto social-educacional-cultural!
A gente se vê em novembro! Tem um lugar na plateia do Teatro Rogério Cardoso esperando por vocx! Avante!
Violência contra a mulher. Denuncie. Peça ajuda. Disque 180. Para que parem de nos matar!
#niunamas #niunamenos #vivasnosqueremos #movimentodemulheresemsaogoncalo #subscretariadepoliticaspublicasparaasmulheressaogoncalo
#LuteComoUmaGarota #ParemDeNosMatar #BastaDeViolênciaContraMulher #Disque180 #SeTemViolênciaContraMulherAGenteMeteAColher
Orçamento
O valor total do investimento necessário para a realização da nossa segunda temporada é de R$ 12.250,00, já incluídos os 13% da taxa Catarse.
Os custos estão distribuídos da seguinte forma:
Criação de novo material fotográfico e gráfico - R$ 1.544,00
Impressão do novo material gráfico - R$ 1.506,00
Aluguel de equipamento de iluminação - R$ 1.500,00
Montagem e desmontagem + transporte + manutenção da temporada (12 apresentações) - R$ 4.560,00



Asssessoria de Imprensa - R$ 1.550,00

miércoles, 4 de septiembre de 2019

Mujeres de Arena denuncia o feminicídio no Teatro Firjan SESI Duque de Caxias


Em sua primeira montagem no Brasil, a peça “Mujeres de arena – Um grito contra os feminicidios” vai denunciar a violência de gênero no teatro Firjan SESI Duque de Caxias nesta sexta-feira, 06 de setembro. Com dramaturgia do mexicano Humberto Robles, o espetáculo vai chamar atenção para a violência de gênero e o desaparecimento de mulheres no Brasil, no México e na América do Sul.
Como em um ato manifesto, o espetáculo expõe diversos abusos sofridos e clama por justiça e liberdade. A montagem conta com direção e atuação de Rosite Val, que também é realizadora da peça junto à Mirian Arce. Ambas são fundadoras do Raver Coletivo Teatral.
O texto, escrito a partir de testemunhos de mulheres de Ciudad Juárez (Chihuahua – México), e de casos reais brasileiros, acende um debate sobre o tema que se apresenta em números estrondosos também na Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Suriname e Venezuela.
No momento em que o Brasil passa por tantos retrocessos e censuras, em que pessoas desaparecem nos países vizinhos e as manifestações por direitos legítimos são reprimidas, o espetáculo transforma-se em um grito por liberdade e justiça por todas as mulheres assassinadas ou desaparecidas. Uma encenação perspicaz que dá voz a quem nunca foi ouvida, a fim de promover um ato de espelhamento e fomentar uma rede de conscientização e luta contra o machismo, ainda imperante no século XXI.
SERVIÇO
O que? Mujeres de Arena
Quando? 06 de setembro de 2019
Onde? Teatro Firjan SESI Caxias, Rua Arthur Neiva, 100
Quanto? R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)
Classificação: 14 anos
4/set./2019, 12:20

domingo, 1 de septiembre de 2019

Teatro de las Américas - Asunción

Obra teatral basada en testimonios de víctimas de feminicidio, dirigida por Vinko San Ginés, que se estrena el sábado 31 de agosto a las 20:00, y el domingo 1 de setiembre a las 20:00 hs, en el CCPA, José Berges 297
Teatro de las Américas

“Mujeres de arena” del mexicano Humberto Robles con la dirección de Vinko San Ginés, es una obra teatral de texto documental dramático basado en testimonios de familiares víctimas de feminicidio,  que se estrena el sábado 31 de agosto a las 20:00hs y se repite el domingo 1 de setiembre a las 20:00 hs, con dos únicas funciones en el Teatro de las Américas (CCPA, José Berges 297 entre Brasil y EE.UU). Las entradas costaran 40.000 gs y para estudiantes de teatro 25.000gs.
La obra teatral es una pieza sensible con una fuerte denuncia social sobre los miles de casos de mujeres asesinadas en ciudad Juárez (México). El dramaturgo mexicano Humberto Robles, artista de trayectoria en la televisión y teatro mexicano, relata desde un profundo sentido humano lo recogido en los relatos desgarradores de familiares de las víctimas y para apoyar al movimiento Nuestras Hijas de Regreso a casa.
Actúan: Shirr Quesnel, Nadia Capdevila, Nora Robles, María Cristina Cañete, Paul Daniel’s y Luana Ruiz Díaz.  

viernes, 30 de agosto de 2019

Testimonios sobre “Mujeres de arena” - Asunción

Los testimonios de familiares de víctimas de feminicidio son el eje de la obra teatral “Mujeres de arena”, escrita por el mexicano Humberto Robles, que subirá a escena en el Teatro de las Américas del CCPA (José Berges c/ Estados Unidos). Las únicas funciones serán mañana y el domingo a las 20:00.


Vinko San Ginés dirige esta puesta que contará con las actuaciones de Shirr Quesnel, Nadia Capdevila, Nora Robles, María Cristina Cañete, Paul Daniel’s y Luana Ruiz Díaz.
La obra está basada en los miles de asesinatos de mujeres registrados en Ciudad Juárez, México.
Las entradas tendrán un costo de G. 40.000 y G. 25.000 para estudiantes de teatro.

viernes, 23 de agosto de 2019

Câmara recebe peça de teatro sobre feminicídio - São Gonçalo


O Centro Cultural George Savalla Gomes – Palhaço Carequinha, da Câmara Municipal de São Gonçalo recebeu hoje o projeto cultural “Mujeres de Arena – um grito contra os feminicídios”. Uma peça teatral com casos reais e a cenografia é composta por fotos reais de mulheres assassinadas ou desaparecidas.

De acordo com a diretora do Centro Cultural, Lúcia Rodrigues, é papel desta Casa debater o femicídio de forma lúdica.”O Centro Cultural tem esse papel de trazer a cultura local para dentro da Câmara e debater temas de relevância. Como a violência contra a mulher, já debatido aqui no Dia Internacional da Mulher. Dessa vez trouxemos o “debate” em forma de peça teatral”, explicou a diretora.

Para a diretora e atriz, Rosite Val é necessário promover uma ação conjunta entre as Secretarias de Cultura, de Educação e e de Políticas Públicas para as Mulheres do nosso município. “Através do “Mujeres de Arena” podemos conscientizar a nossa população promovendo apresentações e debates/palestras sobre violência de gênero não somente em teatros e/ou auditórios, mas também em escolas, praças públicas, galpões, associações de bairro para que possamos promover verdadeiramente uma ação social e chegar em comunidades mais vulneráveis”, disse

jueves, 22 de agosto de 2019

Con obra, recuerdan a adolescente asesinada en Chihuahua

El homicida se encuentra detenido desde febrero
El Diario de Chihuahua


Chihuahua- El próximo 13 de septiembre se pondrá en escena la obra “Mujeres de Arena” del dramaturgo Humberto Robles, en memoria de la adolescente Aris Aguirre, quien fue violada y asesinada en un parque de la colonia Riberas de Sacramento, el 25 de noviembre del 2018 y se invita a la comunidad para sumarse al grito de “Ni una más, ni una menos”.
Yadali Aristelsi Aguirre Fierro, de 16 años, fue asesinada el 25 de julio, siendo el probable homicida Jonthan Jairo L. M., quien se encuentra detenido desde el pasado mes de febrero. 
La identificación de la víctima se logró gracias a una credencial escolar de la escuela “Maestros Mexicanos”, localizada en la escena del asesinato, en un pequeño cuarto ubicado en un costado de un gimnasio en las calles Río Odra y Río San Joaquín , de dicha colonia. 
Por tal motivo, a través de redes sociales, se invita a la población a presenciar la obra “Mujeres de Arena”, con la que se busca rendirle un tributo a Aris a casi nueve meses de su asesinato, la representación se realizará en el Teatro de la Ciudad a las 19 horas y el costo del boleto será de 30 pesos.

martes, 20 de agosto de 2019

Mujeres de Arena alzan la voz en Cárdenas


Por: Erick Ruiz
Cárdenas, Tab.- Convertido en un foro de diversidad cultural y un espacio abierto para todas las voces, el Centro Cultural “José Valeriano Maldonado y Arellano” de esta ciudad servirá de escenario para “Mujeres de arena”, la obra de teatro sobre feminicidios en México más representada en el mundo.
Esta obra de denuncia, creada en 2002 por el escritor Humberto Robles, será presentada el próximo viernes 23 de agosto a las 6 de la tarde en esta ciudad por los grupos “Jóvenes por la Cultura” y “Casa Jaguar”. En el escenario estarán los actores Marycarmen Baeza, Gio Luna, Luis Bautista, Luis Soverano y Arnold Beaurregard.
El titular de la Decur Municipal, Víctor Agüero Mollinedo, invitó a los cardenenses para que asistan de forma gratuita a ver esta obra, que relata los testimonios de cuatro mujeres víctimas de femicidio en Ciudad Juárez durante la década de los noventa,
Pasan los años y los casos de violencia contra las mujeres continúan en todo México y Tabasco no es la excepción, como lo señala un reporte dado a conocer por el Comité de Derechos Humanos de Tabasco (Codehutab), que al corte del octavo mes del 2019 contabilizó 19 casos de feminicidios en el Estado, más 43 muertes violentas de mujeres catalogadas como homicidios dolosos.
Por ello la vigencia de esta obra, que se estrenó en el marco del Día Internacional de la No violencia contra las mujeres y las niñas el 24 de noviembre del 2002 en el Zócalo de la Ciudad de México, con Vanessa Bauche, Carmen Huete, Laura de Ita, Laura Hidalgo, Hilda Nájera y Juan Ríos. A la fecha ha sido representada por más de 170 grupos teatrales en varias ciudades de 20 países: Alemania, Argentina, Australia, Bolivia, Brasil, Canadá, Colombia, Costa Rica, Cuba, Chile, España, Estados Unidos, Guatemala, Inglaterra, Italia, México, Noruega, Perú, República Dominicana y Uruguay.
Concebida como teatro documental, la obra cuenta con testimonios reales de una madre, una hija, una prima y una víctima del feminicidio sexual sistémico en Ciudad Juárez. Los testimonios van acompañados de cifras e información al respecto, así como de poemas o textos de varios autores: Antonio Cerezo Contreras, defensor de derechos humanos; la politóloga Denise Dresser; Malú García Andrade, cuya hermana fue víctima de feminicidio; María Hope, socióloga y escritora mexicana; Eugenia Muñoz maestra colombiana en la Virginia Commonwealth University; Marisela Ortiz, copresidenta de Nuestras Hijas de Regreso a Casa; Servando Pineda, periodista, ensayista, académico y analista político, y Juan Ríos Cantú, actor, dramaturgo y director de escena.
El texto ha sido traducido al inglés, francés, portugués, alemán e italiano. Además se ha transmitido por radio, dos veces en Guadalajara; una en Montevideo, Uruguay, y otra en Sídney, Australia.

sábado, 17 de agosto de 2019

Centro Cultural El Foco - CDMX

Estreno sábado 6 de julio
Sábados de julio y agosto, 19 hrs.
Centro Cultural El Foco
Dir. Socorro Albarrán

Casa Alebrijes Centro Cultural y Jóvenes por la Cultura - Villahermosa


Sábado 17 de agosto, a las 7.30 de la noche estaremos en Casa Alebrijes Centro Cultural y Jóvenes por la Cultura, Teatro en Atril con "Mujeres de Arena" de Humberto Robles, una muy sensible obra de Denuncia, escrita con profundo sentido humano por quien puso todo su empeño y corazón para apoyar el movimiento iniciado por los familiares de las mujeres asesinadas y desaparecidas en Ciudad Juárez, México.

Participan:

-Gio Vazquez Luna Vázquez

-Enrique Morales

-Luis Bautista

- Raúl Padrón

-Luis Soverano

-Mary Carmen Baeza

Casa Alebrijes está ubicado en Calle Miguel Hidalgo #404, Centro Histórico de Villahermosa. Atrás del Parque de los Pajaritos.

No faltes .... Los esperamos !!!

( Donativo voluntario )

jueves, 25 de julio de 2019

Jueves Teatral: Sala Manuel Ávila Cano - Campeche


Próximo jueves 25 de julio. JUEVES TEATRAL EN LA SALA : MANUEL ÁVILA CANO del Centro Cultural El Claustro.

En el marco de la conmemoración de las actividades para la eliminación de la violencia contra las mujeres.

El Grupo de Teatro de la Secretaría de Cultura presenta: MUJERES DE ARENA de Humberto Robles.

REPARTO: Marisol Canul. Addilene Villegas. Vanessa Tacú. Luisa Fernanda Pacheco. Diana Coox. Luces: Alejandro Verá. Banda Sonora: Stephanie Sánchez.

Asistente de Dirección: Marisol Canul. Dirección Juan Arce Saavedra.8.pm (exacta) Entrada Libre.

viernes, 19 de julio de 2019

Mujeres de Arena: teatro documental en la CDMX

CORINA ORTEGA
Escena de la obra "Mujeres de Arena".
A través de esta obra teatral que se suma a la oferta cultural que tiene la Ciudad de México para los turistas nacionales y extranjeros se busca gritar ¡Alto a la violencia!
 No es un texto dramático, se trata de teatro documental el cual nació a partir de testimonios reales; el tema central es algo que no quisiéramos ver, ni saber, pero tenemos que enfrentarlo y darnos cuenta que forma parte de nuestra realidad y es una necesidad exigir entre todos un alto a la violencia, comentó en entrevista Socorro Albarrán, directora de la puesta en escena.
Una mamá pierde a su hija, la busca, pasa el tiempo y no saben nada de ella hasta que un día la encuentran sin vida y lo mismo pasa con la prima o la hermana; esa es la realidad de muchas mujeres, de las muertas en Ciudad Juárez y en otras partes del mundo.
Mujeres de Arena retrata cuadros de la vida real, los cuales tienen como fundamento el testimonio de personas que han vivido experiencias terribles y que hoy siguen esperando que sus hijas regresen a casa.
“Hay que encontrar en esa realidad tan cruda lo artístico; conjuntar música, plasticidad y fotografía para que transmita algo el dolor que subyace en esos testimonios”, dijo Albarrán.
Humberto Robles, dramaturgo y creador de la obra, mencionó que el texto tiene 15 años de existencia y en el tiempo en que escribió la obra se contabilizaban cerca de 190 muertas y fue una noticia que cimbró a la sociedad; han pasado más de 10 años y la cifra ha crecido a miles de asesinadas y no se ha frenado esa situación, contrariamente se ha extendido.
Robles forma parte la organización Nuestras hijas de regreso a casa, la cual es originaria de Ciudad Juárez, pero se amplió a diferentes zonas de México; a través de la página web de dicho organismo empezaron a llegar testimonios reales y poemas de autores mexicanos, con los cuales se estructuró el guión teatral.
Desde la perspectiva del escritor, el género al que pertenece Mujeres de Arena es el teatro útil, el cual se tiene que montar en todas partes para que su mensaje llegue a todos los rincones y la sociedad se informe sobre lo que está sucediendo y entre todos exigir que se pare esta ola de violencia, pues se registran feminicidios diariamente en la capital del país, el Estado de México o Puebla; en lugares como Argentina y España también se monta mucho la obra por la alta incidencia de casos.
“Fue un proceso muy difícil y largo, nos llevó mucho tiempo, ya que hubo actores que llegaban y se iban porque no aguantaron el proceso físico y emocional; el texto tiene una carga emotiva muy fuerte y algunas actrices preguntaban por qué montar eso y no una comedia. Al final se fueron”, expresó la directora.
Fotografía: Corina Ortega.
En el montaje, el actor Adam Castillo interpreta la violencia en su máxima expresión, es quién transgrede no al género opuesto, sino al ser humano. Para él, dar vida a ese ente actoral representó una catarsis, ya que tuvo que entender la psicología del masculino violento, del violador y el asesino; así mismo, tuvo que comprender que fuera del escenario no hay ficción porque esos personajes existen, comen, respiran  y son parte de la sociedad y el contexto histórico que vivimos.
En escena el espectador podrá ver el trabajo de un elenco conformado por Sandra Luz Gómez, Nancy Gama, Gabina Trujillo, Jaquelyne Rodríguez y Adam Castillo; así como María Cedillo, quien está a cargo de la voz y música en vivo.
Esta obra se presentó por primera vez en el Zócalo Capitalino y a una década y media de su creación se ha montado por más de 190 grupos teatrales alrededor de 21 países, y este verano se presentará todos los sábados de julio y agosto en el Centro Cultural El Foco a las 19 horas. Apta para mayores de 18 años.

sábado, 29 de junio de 2019

Carretera 45 CDMX

Sábados 22 y 29 de junio, 20:30 hrs.
Dirigida por Quetzalli Lovera y Mónica Araiza

4º Festival de Teatro Estudiantil Xbalamqué - Cancún

Sábados de junio
Dirección: Didier Caballero. Colegio de Bachilleres Cancún 1.

Obra teatral que denuncia sucesos violentos y desgarradores en contra de inocentes mujeres, casi niñas. Así como la desatención de la autoridad mexicana a este enorme problema. Obra que da voz a las sin voz: las mujeres de Juárez 

• Actuación: Jeremy Fernanda Cruz Pérez, Ángel Jesús Ramón Gómez, Monserrat Amairani Rosado Lagunés, Jessica nava Pérez, Aura Ximena Albarrán Herrera, Mariana Diosceline Ayala Vázquez, Marco Antonio Hernández Escalante, Alejandra olivar rosales y Eduardo Peláez Enciso 
• 17:00 hrs. Duración: 50 minutos
• Adolescentes y adultos
• $ 100 y $50 Estudiantes y 3° edad con credencial.

domingo, 16 de junio de 2019

Se presentó “Mujeres de Arena” en el Teatro Unione de Dolores

Un importante marco de público acompañó la presentación de esta obra declarada de Interés Municipal.

Una obra dirigida y protagonizada por dolorenses.

En el Teatro Unione se presentó “Mujeres de Arena”, obra de Humberto Robles, dirigida por Ernesto Forte, con el elenco integrado por Patricia Bustamante, Silvana León, Virginia Otaño, Gabriela Urrutibehety y Enrique Villagra. 
La obra tienen como eje los testimonios de familiares de mujeres desaparecidas y asesinadas en Ciudad Juárez, México. Desde 1993 se han encontrado más de 1500 mujeres asesinadas y 600 siguen desaparecidas. Es un homenaje a las mujeres víctimas de la violencia.
Un importante marco de público colmó el Teatro Unione y acompañaron la presentación de“Mujeres de Arena”, una obra declarada de Interés Municipal.

sábado, 15 de junio de 2019

Teatro Unione de Dolores, Buenos Aires

Estreno sábado 15 de junio
Teatro Unione de Dolores
Con el Colectivo Mujeres Dolorenses en el marco del mes de #NiUnaMenos




martes, 11 de junio de 2019

Mujeres de Arena es la prestigiosa obra teatral para este sábado en el Unione de Dolores - Buenos Aires

Se trata de una obra del mexicano Humberto Robles que recoge testimonios sobre los asesinatos de mujeres en Ciudad Juárez.


El teatro dolorense tiene, durante el mes de junio, una gran actividad. Este sábado 15 se podrá ver en el Teatro Unione la obra “Mujeres de arena”, una obra del mexicano Humberto Robles que recoge testimonios sobre los asesinatos de mujeres en Ciudad Juárez.
La obra está dirigida por Ernesto Forte y el elenco está integrado por Patricia Bustamante, Silvana León, Virginia Otaño, Gabriela Urrutibehety y Enrique Villagra.
La obra de teatro sobre los feminicidios en Ciudad Juárez ha sido montada, representada o puesta como lectura dramatizada por más de 190 grupos en 20 países de ciudades de Alemania, Argentina, Australia, Bolivia, Brasil, Canadá, Colombia, Costa Rica, Cuba, Chile, España, Estados Unidos, Guatemala, Inglaterra, Italia, México, Noruega, Perú, República Dominicana y Uruguay.
Las entradas numeradas a $ 100 se pueden adquirir en la Secretaría de Cultura, Mitre y 25 de Mayo,  de lunes a viernes de 7.00  a 19.30 horas.